O mais frustrante é que não existe ninguém do outro lado da linha. Ninguém que consiga compreender ou sentir para me fazer melhor. Porque todos são diferentes uns dos outros e não conseguem pôr-se no lugar de outro. Estou tão parva. Tão inútil. Quero tanto sair daqui e esquecer tudo e todos. Quero tanto sair daqui em rumo aí. Tenho tantas saudades de me sentir bem, mas bem mesmo. Onde pára essa dita cuja felicidade? Onde fica a paragem dos sonhos-realizados? Onde fica a paragem do contentamento e da justiça? Quero paz. Preciso de tranquilidade. Preciso de tudo o que não seja isto: que não sejam estas pessoas, nem esta maneira de viver. Preciso de sair daqui, agora, já. Leva-me. Enrola-me no vento e conduz-me para onde eu quero ir. Mas onde é? Onde fica esse sítio de que tanto eu preciso? Mais para norte, mais para sul? Mas será o sítio ou as pessoas que eu quero que sejam diferentes? O que quero eu? Sei que não quero isto, nem por mais um segundo. Vou cair, de vez.
Coração voador
O meu coração está carregado de melodias: melodias dançantes e verdadeiramente reais.
Arco-íris
♥
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Abismo
As pessoas quanto mais velhas ficam, mais diferentes se notam. Ou ficam iguais? Nem eu sei. Mas quem sou eu para poder saber dessas coisas? Sinto-me tão desprotegida. Tão frágil. Tão leve. Tão tudo ao ponto de acabar num nada.
O mais frustrante é que não existe ninguém do outro lado da linha. Ninguém que consiga compreender ou sentir para me fazer melhor. Porque todos são diferentes uns dos outros e não conseguem pôr-se no lugar de outro. Estou tão parva. Tão inútil. Quero tanto sair daqui e esquecer tudo e todos. Quero tanto sair daqui em rumo aí. Tenho tantas saudades de me sentir bem, mas bem mesmo. Onde pára essa dita cuja felicidade? Onde fica a paragem dos sonhos-realizados? Onde fica a paragem do contentamento e da justiça? Quero paz. Preciso de tranquilidade. Preciso de tudo o que não seja isto: que não sejam estas pessoas, nem esta maneira de viver. Preciso de sair daqui, agora, já. Leva-me. Enrola-me no vento e conduz-me para onde eu quero ir. Mas onde é? Onde fica esse sítio de que tanto eu preciso? Mais para norte, mais para sul? Mas será o sítio ou as pessoas que eu quero que sejam diferentes? O que quero eu? Sei que não quero isto, nem por mais um segundo. Vou cair, de vez.
O mais frustrante é que não existe ninguém do outro lado da linha. Ninguém que consiga compreender ou sentir para me fazer melhor. Porque todos são diferentes uns dos outros e não conseguem pôr-se no lugar de outro. Estou tão parva. Tão inútil. Quero tanto sair daqui e esquecer tudo e todos. Quero tanto sair daqui em rumo aí. Tenho tantas saudades de me sentir bem, mas bem mesmo. Onde pára essa dita cuja felicidade? Onde fica a paragem dos sonhos-realizados? Onde fica a paragem do contentamento e da justiça? Quero paz. Preciso de tranquilidade. Preciso de tudo o que não seja isto: que não sejam estas pessoas, nem esta maneira de viver. Preciso de sair daqui, agora, já. Leva-me. Enrola-me no vento e conduz-me para onde eu quero ir. Mas onde é? Onde fica esse sítio de que tanto eu preciso? Mais para norte, mais para sul? Mas será o sítio ou as pessoas que eu quero que sejam diferentes? O que quero eu? Sei que não quero isto, nem por mais um segundo. Vou cair, de vez.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Companheiros
M.. Com tecnologia do Blogger.
- setembro 2009 (2)
- novembro 2009 (4)
- março 2010 (5)
- junho 2010 (9)
- julho 2010 (13)
- agosto 2010 (18)
- setembro 2010 (8)
- outubro 2010 (10)
- novembro 2010 (2)
- dezembro 2010 (3)
- janeiro 2011 (5)
- fevereiro 2011 (9)
- março 2011 (19)
- abril 2011 (27)
- maio 2011 (17)
Sem comentários:
Enviar um comentário